Mangue
Passagens Literárias
Macunaíma
Mário de Andrade
O Mangue, no Rio de Janeiro, era o coração da boemia e da cultura popular na década de 20, famoso pelas suas “tias” baianas e pela religiosidade africana. É nesse cenário que rola um dos momentos mais fortes do livro: a macumba no zungu da tia Ciata. Ali, a natureza e o sagrado se misturam num ambiente carregado de suor, fumaça e fé, onde o herói pede uma tunda no seu inimigo. O mangue não é só um lugar físico, mas um espaço de resistência cultural onde Macunaíma se sente em casa, provando pela primeira vez a cachaça e se tornando, ele mesmo, o “Filho de Exu” numa cerimônia que mistura o riso com o sagrado.
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