Bolsa de Valores
Passagens Literárias
Macunaíma
Mário de Andrade
Localizada no coração financeiro da cidade (hoje integrada à B3), em 1928 a Bolsa era o templo do café e do progresso econômico paulista. Mário de Andrade utiliza esse local para criar um contraste surrealista: Macunaíma convence comerciantes e corretores de que encontrou rastros de uma anta (tapir) no asfalto em frente ao prédio. A cena é uma crítica mordaz à obsessão pelo trabalho e ao progresso, mostrando como o “mundão de gente” da cidade é facilmente distraído pelo absurdo quando ele interrompe a rotina do lucro.
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