Pará
Passagens Literárias
Macunaíma
Mário de Andrade
Na época em que Mário de Andrade escreveu a obra, o Pará já era esse gigante do Norte, fundamental para a economia da borracha que entrava em declínio, mas que mantinha sua força cultural amazônica. No livro, o estado aparece logo no início da jornada do herói, quando Macunaíma atravessa a cidade de Santarém. Literariamente, o Pará funciona como um portal de transição entre o mundo mítico do Uraricoera e a realidade urbana que o herói encontrará no Sul. Ecocriticamente, a região é apresentada com uma natureza vibrante, mas já tocada pelo comércio de regatões, como o peruano Venceslau Pietro Pietra, que simboliza a exploração predatória das riquezas locais — incluindo a muiraquitã, o talismã que o herói perde justamente por essas bandas
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