Espírito Santo

Passagens Literárias

Macunaíma

Mário de Andrade

O estado entra no mapa da correria do herói quando ele está fugindo do cachorro do gigante Piaimã. Macunaíma passa raspando pela cidade de Serra e quase racha a cabeça numa pedra cheia de pinturas antigas que ninguém entendia. Naquele tempo, o Espírito Santo já guardava esses registros de povos antigos, os letreiros indígenas, que o livro trata como se fossem sinais de “dinheiro enterrado”. A localidade representa esse Brasil que é um imenso arquivo de histórias esquecidas, onde cada rocha pintada é um enigma que o herói, na pressa, nem tem tempo de decifrar.

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