Rio Solimões

Passagens Literárias

Macunaíma

Mário de Andrade

O Solimões aparece como um gigante de água logo que os três manos rumam para a margem esquerda, um caminho cheio de milagres e perigos. Na época, o rio era a estrada principal para adentrar o “mato-virgem”, e na obra ele representa essa força bruta e encantada da floresta, onde vivem bichos como o Pondê, um monstro que vira gente de noite para engolir quem passa por ali. É a água que dita o ritmo da vida e do medo no sertão.

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