Belém

Passagens Literárias

Macunaíma

Mário de Andrade

Belém aparece na mesa do gigante através de sua cerâmica característica, dividindo espaço com as iguarias exóticas. Na década de 1920, a capital paraense ainda vivia os ecos da opulência do ciclo da borracha, sendo um símbolo de civilização no meio da selva. Na história, a cidade representa essa integração entre o que é artesanal e o que é urbano, servindo de cenário para o banquete de um colecionador que amontoava as riquezas do Brasil de forma predatória, tal qual o progresso que Belém presenciava.

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